… somente duas palavras: Twin Blades.
Sem mais.
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… somente duas palavras: Twin Blades.
Sem mais.
Recentemente, participei de uma belíssima discussão em um tópico do fórum do Portalxbox a respeito do interesse da Electronic Arts em publicar os jogos da Bungie, e o papo seguiu para o modelo de negócios da Microsoft em relação a first-parties e games exclusivos no Xbox 360.
Para colocar as coisas em contexto, o termo first-party se refere a um estúdio controlado pela própria fabricante de um console, e que por conta disto desenvolve seus títulos de forma exclusiva. Alguns estúdios mantém seus nomes mesmo sendo first-parties, como foi o caso da própria Bungie enquanto estava sob as asas da Microsoft, ou carregar o nome da empresa mãe, como os diversos estúdios Nintendo espalhados pelo mundo. Por outro lado, um estúdio third-party não tem ligação direta com a fabricante do console, e geralmente produzem seus jogos de forma livre (apesar de poderem, para alguns títulos ou séries, estabelecer contrato de exclusividade para um determinado console).
A polêmica toda na comunidade Xbox se deve ao fato da Microsoft ter recentemente transformado o badalado estúdio first-party Bungie, responsável pelo maior sucesso do console (Halo), em um estúdio third-party – teoricamente livre para produzir jogos justamente para o maior inimigo do front, o PS3. As estratégias dos competidores, por sinal, não poderiam ser mais antagônicas – enquanto a Sony busca manter mão de ferro nas exclusividades (as quais, a bem da verdade, fizeram de 2009 um ano bastante forte para o PS3), a Microsoft parece dia após dia desmantelar os estúdios sob seu controle.
Cada uma das três empresas da atual guerra dos consoles tem objetivos, perfis e métricas completamente diferentes. A Nintendo, apesar de falhar em trazer jogos de third-parties (afinal, qual jogo não publicado por ela própria pode ser considerado um grande sucesso?), vende milhões de unidades de seus consoles, para uma fatia de mercado completamente nova. Suas escolhas se justificam muito pelo fato dela ser a única das três que sobrevive única e exclusivamente dos videogames. Tanto a Microsoft quanto a Sony tem outros objetivos em jogo, e com certeza visões diferentes do que é “sucesso” ou “fracasso”. Pode ser que, na visão dos executivos da Sony, apenas o fato do Play 3 estar popularizando o formato BluRay já garanta seu sucesso.
Eu já havia expressado minha opinião sobre este novo modelo que a Microsoft está pregando na edição #2 do podcast Conexão Windows (vale a pena ouvir, a edição está fantástica e não apenas por este assunto), mas repito aqui: acredito que o modelo de exclusividade, para os games, é um modelo falido. Na prática, para os consumidores pouco importa se um jogo é exclusivo ou não (exceto para o xiitismo dos “istas” furiosos), e manter uma estrutura de exclusividade não só é caro como afugenta as third-parties.
Muito do sucesso do Xbox hoje se deve ao fato da Microsoft ter criado um ecossistema que permitiu às thirds ganharem seu dinheirinho sem serem incomodadas pela “sombra do Mario” (no caso da Nintendo) ou da “mão-de-ferro” da Sony. O que, por sinal, é uma qualidade reconhecida da Microsoft não apenas no setor de games, mas em todas as áreas de sua atuação.
Muita gente coça a cabeça ao avaliar as aquisições da Rare e da Lionhead pelo fato das duas não produzirem games em grande quantidade, mas não percebem que hoje elas têm papel fundamental na disponibilização de ferramentas e SDKs para as terceiras. O sistema e as APIs de avatares, por exemplo, foi desenvolvido pela Rare, e a Lionhead (e seu diretor Peter Molyneux) são uma das maiores, senão a maior força criativa por trás do Natal. Para as thirds, ter acesso a isto de uma forma praticamente irrestrita é uma vantagem competitiva enorme do Xbox.
Existe um risco enorme ao se manter um modelo baseado em exclusivos, que é o de afugentar os jogos de terceiros do aparelho, que teria de viver apenas de exclusivos produzidos pela própria produtora do console. O Wii já sofre um pouco disto hoje, com as grandes thirds desprezando-o para os blockbusters apesar do fato do mesmo ter uma base instalada gigantesca. A Sony vem sofrendo fortes baixas por ter vários jogos de terceiros sendo lançados com grande atraso, ou através de ports mal feitos ou preguiçosos (o que seria a única explicação para um jogo multiplataforma ser pior no PS3, dado o excelente hardware que ele tem). Este é o risco da própria fabricante produzir para seu console, pois se ela fechar o mercado para si, tem que bancar o custo todo da produção da brincadeira.
É claro que o modelo de exclusividade foi o motor da história dos videogames até recentemente, mas não acredito de fato que a exclusividade é o grande fator vendedor de videogames hoje, principalmente para o público não hardcore. O que vende hoje são as experiências agregadas ao console, algo além do que apenas o software pode oferecer. Esta geração tem um campeão numérico de venda de consoles, o Wii, que tem como killer app uma coletânea de minigames de esportes. O Xbox 360 tem um killer app, a meu ver, com a Xbox Live e a experiência que ela traz. E a Sony sim, continua firme e forte com o modelo de videogames clássico que a gente cresceu vendo, fazendo pessoas comprarem um PS3 só para jogar God of War. Mas repito: é extramemente caro desenvolver um jogo como God of War 3, é uma jóia rara. O Projeto Natal está sendo projetado para ser um killer app no futuro também – como “experiência” geral, e não apenas ao redor de um único título.
Para ficar no assunto Bungie, a própria franquia Halo é um excelente exemplo do novo modelo, no qual a Microsoft manteve sob seu controle o que realmente importa – a propriedade intelectual – e terceirizou o trabalho pesado (e caro) da produção do game em si.
Ainda assim, mesmo com toda a força da franquia, não acredito que seja correto dizer que hoje Halo ainda é quem segura a plataforma Xbox sozinho, ou que será ela a série a segurar o próximo console. Com o Projeto Natal esta tendência tende a ser ainda mais reduzida. É certo que Halo é uma fábrica de dinheiro, mas o Xbox 360 hoje também é “a casa” de grandes séries que sabidamente vendem mais na plataforma – Call of Duty, Rock Band, Madden. O primeiro Xbox se segurou apenas em Halo, e perdeu para a grande variedade de ofertas do Playstation 2.
Atualmente os custos são altos demais para todos os lados – fabricantes dos consoles, produtoras, até mesmo consumidores – para uma plataforma se manter em torno de uma ou duas séries. Pessoalmente, gostaria muito de ter um Playstation 3 para jogar God of War (confesso!), mas não possuo pelo simples fato que, por melhor que seja este título em específico, acho muito caro manter um console só por ele, e o Xbox 360 me oferece mais títulos.
Pense nisto antes de se revoltar pelo fato de um título que originalmente era exclusivo de sua plataforma, subitamente apareceu também no console concorrente. Ou se aquela produtora que tanto lhe é querida parecer ter “traído o movimento” ao se tornar independente. Se no fim do dia isto significar mais e melhores jogos, não terá valido a pena?
Bem, antes de tudo, para quem não se inteirou da notícia ainda, recomendo o comentário completo que meu grande amigo Rodo postou no Conexão Windows. E segue um pequeno resumo: o comandante da divisão de Entertainment & Devices da Microsoft, Robbie Bach, está de saída da empresa. E no mesmo dia, também foi anunciada a saída de J Allard, que agora será um consultor independente direto de Steve Ballmer.
Acho que ainda é cedo, bem cedo para dizer o impacto que isto vai ter na divisão de entretenimento e dispositivos. Mas, de certa forma, era uma mudança já esperada, afinal toda esta divisão tá vinha sofrendo uma grande sacudida e reestruturação.
Sobre Robbie Bach, pessoalmente não acredito que ele venha realmente a se aposentar em definitivo, pois é relativamente novo (48 anos). Se for pra apostar em algo, eu diria que ele deve reaparecer com alguma startup própria no setor de games em breve. Mas este post é para falar sobre J Allard, simplesmente um dos meus heróis dentro da Microsoft.
Primeiramente, para quem não conhece sua história recomendo a leitura de sua biografia no site de executivos da empresa, e também da transcrição do discurso que ele fez (juntamente com Robbie Bach) na E3 2005, anunciando o 360.
O fato é que Allard sempre foi mais um “visionário” do que um “administrador”, sendo responsável direto por mudanças gigantes na forma de pensamento da Microsoft em relação a pelo menos três assuntos cruciais da tecnologia – a internet, os games, e a multimídia. Seu memorando de 1994, Windows: The Next Killer Application on the Internet, convenceu muitos funcionários do futuro que a rede estava trazendo para os PCs, e moldou a estratégia futura da Microsoft em um mercado que até então desconhecia completamente (e qualquer semelhança com a entrada posterior da empresa na indústria de videogames não é mera coincidência, neste caso).
Pois bem, no caso de J Allard, por incrível que possa parecer eu acredito que ele está “caindo pra cima”, e deixando de vez suas tarefas gerenciais para se dedicar única e exclusivamente para o que ele faz de melhor – viajar na maionese, e aconselhar a Microsoft ao caminho certo. E isto de forma independente, como consultor contratado. Por isto, se eu já admirava o Allard antes, admiro muito mais agora. E falando em termos de Microsoft, isto pode ser muito bom, pois o Allard é um grande visionário e, por mais que eu ame a divisão de E&D, trazer isto para a companhia como um todo pode ser proveitoso demais e ajudar a unificar ainda mais a visão de futuro da empresa.
Como parte das comemorações das 100 edições de Podcast Portalxbox, meu grande amigo e companheiro de administração de Portalxbox (e também MVP) DocAraxá teve a honra de entrevistar o designer de níveis brasileiro Thiago Rocha, funcionário da Remedy há dois anos e um dos envolvidos com o desenvolvimento do super lançamento Alan Wake.
Independente de seu interesse por Alan Wake ou mesmo pela plataforma Xbox, recomendo fortemente ouvir a entrevista (disponível neste link) pois as opiniões emitidas pelo Thiago durante a mesma são simplesmente fantásticas – desde como é o ambiente de trabalho na Remedy e na Finlândia, como funciona o processo de desenvolvimento de um nível de um jogo AAA, distribuição digital, pirataria, e principalmente como foi o caminho para ele chegar a trabalhar em um estúdio de primeiro escalão.
Meus amigos, vira e mexe o Portalxbox nos traz conteúdos que nos enchem de orgulho e que são, de fato, a maior motivação para continuarmos com nosso próprio trabalho na comunidade e fazem tudo valer a pena.
Nesta manhã de segunda tive a enorme satisfação de abrir o PXB e me deparar com a já tão esperada edição de “retorno” da PX Magazine, a revista digital do Portalxbox.
Não que as edições anteriores estivessem ruins – muito longe disto – mas o formato e a execução escolhidas pelo nosso mestre Raymon para realizar esta edição em particular ficaram simplesmente magníficos. Pessoalmente tive pouco envolvimento neste número, estou participando como leitor mesmo, mas fiquei extremamente feliz ao ouvir do Ray que ele se inspirou na linguagem visual do Windows Phone 7 e na Metro que apresentei em minha palestra no Terceiro Fórum Nacional do PXB para criar a identificação da revista.
Sem mais delongas, convido a todos a desfrutarem da junção do magnífico desenho de nosso Bill Buxton brazuca com conteúdo de primeira qualidade, na PX Magazine #9, e não deixem de comentar sobre a revista no tópico de fórum da edição.
Pessoal, saiu nesta última segunda-feira a segunda edição do Podcast Conexão Windows. O convidado desta quinzena é meu irmão de administração do Portalxbox e também MVP de Xbox DocAraxá, em uma conversa muito bacana sobre o terceiro fórum nacional do PXB, mercado consumidor, e o Xbox em geral.
Vale a pena conferir no site do Conexão Windows!
Galera, estou aqui no dia “pré-MIX”, que apesar de oficialmente começar apenas amanhã, já está tendo alguns workshops bem interessantes. No período da manhã, assisti juntamente com o Alexandre Tarifa e o Jalf a uma sessão muito interessante sobre o Silverlight 4 – nada efetivamente novo foi mostrado (ainda, afinal o evento ainda não começou!), mas muitos recursos atuais interessantes foram explorados, com demos e explicações bem detalhadas. E, neste exato momento, estou assistindo um workshop no mesmo estilo, porém dedicado ao Azure.
Acontece que, durante o workshop de hoje pela manhã, um tweet do gerente de comunidade da Xbox Live, Major Nelson, caiu como uma bomba por aqui:
Spending most of the day working on my MIX speech and getting the show ready for posting. #workinginvegas
Ou, traduzindo: o Major Nelson vai falar no MIX. O que era algo completamente inesperado, mas faz sentido… vamos ligar pontos?
Bom pessoal, roubando descaradamente a idéia de um post semelhante do grande Giovanni “Giggio” Bassi, vou trazer aqui minhas impressões sobre o que considerei os grandes pontos altos deste MVP Summit 2010. Até porque, praticamente só houveram pontos altos!!!
Projeto Natal
É isso aí, o grande ponto alto logo de cara. Muita gente (todos?), de diversas expertises, só queriam saber mesmo sobre como é ou como funciona o Projeto Natal. Tivemos uma apresentação de tarde inteira com nada menos que o Alex Kipman (mais sobre ele abaixo), pai do projeto, na qual para minha surpresa tivemos um aprofundamento técnico e filosófico absurdo em cima do Natal. Foi uma sessão com um nível de NDA (contrato de confidencialidade) imenso – absolutamente tudo o que ouvimos lá, não podemos comentar nem mesmo com outros MVPs, funcionários, amigos, parentes, esposas – nada. Então, do que efetivamente podemos falar, só tenho uma coisa a dizer: fui para lá extremamente cético sobre o Natal, até mesmo se ele funcionava. Volto espantado não apenas pelo fato de que ele efetivamente funciona como prometido, mas que abre novas possibilidades imensas em tudo o que a gente conhece. Para usar a palavra que o Kipman usou umas 1253 vezes naquela tarde: mágico.
Alex Kipman
Cara, que orgulho deste cara ser brasileiro. Ele consegue ser filosófico, técnico, visionário e artista tudo ao mesmo tempo, tem aquela velocidade de pensamento (e palavras) típico dos gênios hiperativos, e o fogo da paixão pelo produto que criou brilhando nos olhos. Não tem como ouvir o cara e não se entusiasmar junto. Finalmente temos o nosso próprio Molyneux. Com a vantagem que ele não se furtou a NENHUMA pergunta feita pela audiência. E algumas respostas foram… magistrais.
Seth Killian
Pô, o que dizer de um cara que passou de campeão nacional de Street Fighter 2 para gerente de comunidade da Capcom, influenciando toda a criação de Street Fighter IV no processo (mais histórias sobre isto em breve, hehehe), e mantendo toda a sua humildade no processo? Pô, isto é um sonho de 99.9% dos moleques que jogaram street 2 no passado. O Seth fez a demonstração de Super Street IV, Dead Rising 2 e Lost Planet 2 pra gente, conversou com todos, contou histórias, e à noite ainda foi tomar cerveja com a galera na festa. Nota dez pra ele.
Lost Planet 2
Falando em Capcom… Dead Rising 2 é bacana, Super Street IV é ótimo para quem é fã da série, mas Lost Planet 2 está espetacular. Principalmente para grandes fãs de Gears of War como eu, não apenas pelo fato de se poder jogar como Marcus e Domenic (o que é bem estranho, confesso), mas porque o esquema do jogo lembra bastante. Mas, para o meu gosto, os chefes de fase estão ainda melhores. A saída do ambiente de gelo, gelo, e depois mais gelo do primeiro jogo fez um bem danado para a série (e para os olhos, afinal aquele branco todo chegava a doer). Taí um título que passei a aguardar ansiosamente, principalmente pelo multiplayer cooperativo em quatro jogadores.
Frank O’Connor
Outro que tem a paixão pelo produto nos olhos, o Frank fez uma sessão muito bacana sobre os rumos do universo Halo (e da 343 Industries), recheada de perguntas e respostas. Como a galera lá ama Halo, vocês podem imaginar o quanto ele foi bombardeado!!!
Farra com os brasileiros
Este ano, minha experiência de summit foi bem diferente em relação à do ano passado pois passei mais tempo com os brasileiros (até porque foram organizadas menos atividades entre os MVPs de Xbox). E isto levou a atividades muito bacanas, pois como você sabe ninguém agita como nós! Teve de tudo, desde tarde de compras de eletrônicos (ai minha carteira), costela fantástica no The Famous Dave’s, cervejadas noturnas no Rock Bottom e demais pubs, e principalmente… King Crabs!!! A galera que se juntou em volta destas mesas era simplesmente fantástica: meu grande irmão DocAraxa (o motorista oficial), Igor (o companheiraço), Giovanni (o polêmico), Jalf (o homem do “chip ou motor” que quase congelou na esquina da Sixth com Virginia), Rodolfo (o líder), Andrey (o incorrigível fã de Lost), Paleo (o piadista), Ramon (o experiente), e tantos mais que abrilhantaram nossas vidas com bate-papos às vezes de cientista loucos, às vezes de puro nonsense, mas sempre muito interessantes. Realmente, a galera está de parabéns e fica meu profundo agradecimento pela companhia e amizade!!!
Brasileiros da Microsoft Corp.
Este ano tivemos a enorme honra de bater longos papos com dois brasileiros que trabalham lá na Corp.: o grande Anibal “FLOT” Sousa, um cara simplesmente fantástico (e torcedor fanático do Fluminense), e o orgulho de nossa comunidade XNA André Furtado, com quem inclusive gravamos um videocast especial que vai ao ar nos próximos dias. Aos dois, muito obrigado de coração pela atenção despendida a mim e ao Doc, inclusive em horários após o expediente. Vocês são dez!!!
Rever / conhecer a galera de Xbox
Apesar de, como disse acima, não termos passado tanto tempo juntos e também pelo fato de alguns dos meus grandes amigos do ano passado não estarem neste ano (AceAttorney, Kamshaft, e meu companheiraço CraigN da África do Sul), foi muito bacana rever os amigos feitos em 2009. É bacana pois no ano passado tudo era novidade, estava conhecendo aquelas pessoas ali, no momento, mas após um ano inteiro trocando mensagens no fórum privado a sensação era diferente, realmente de reunião. E também foi muito bom conhecer novas pessoas como o (completamente amalucado) Mark Libman, da Austrália.
Rever o time de Xbox
Este ano com certeza a “intimidade” com o time de Xbox era maior, diferente. O Larry (Major Nelson) neste ano não esteve tão presente como no ano passado pois claramente estava uber-atarefado, mas ainda assim marcou sua presença. Em compensação, o Eric (“E“) esteve sempre junto a nós, batemos grandes papos e trocamos idéias até sobre criação de filhos (!!!). Definitivamente, a cada dia que passa o E é uma pessoa pela qual minha admiração apenas aumenta. Quem também fez uma sessão (e um bate-papo após isto) fantástica foi o Stepto e seu time de “enforcers” da Xbox Live, recheada de feedback de todos os MVPs. O pessoal do time de suporte online ou por telefone também fez uma sessão show de bola, mostrando inclusive algumas sugestões que fizemos no ano passado que foram, efetivamente, implantadas. Foi muito legal também ouvir, em diversas sessões e de várias pessoas diferentes, a mesma impressão que eles têm da comunidade brasileira Xbox: apaixonada!!!
Outra coisa que se ampliou muito de um ano para cá é a forma como o Twitter passou a ser usado, também, para prestar suporte e informações de forma oficial. No caso do Xbox, foi criado uma conta @XboxSupport que centraliza todo este tipo de interação, obviamente muito mais rápida e direta para nós, consumidores. E o time que responde por esta conta é liderado pela @machetebetty , absurdamente gata, e a perfeita concepção da musa nerd, além da minha grande amiga e ex-MVP @mechangel . Não dá para não seguir um twitter destes…
Novos prédios da Microsoft Corp.
No ano passado, o time de Xbox ainda estava em um prédio temporário, fora do Microsoft Campus, pois o novo complexo de prédios estava sendo construído. Este ano pudemos ver pela primeira vez o novo complexo, cheirando a novo, e simplesmente não dá pra descrever em palavras a beleza e tecnologia que as novas instalações têm. Fora o The Commons, que é uma coisa de outra mundo.
Dividir quarto com o Doc
Obviamente sem nenhuma conotação homosexual, dividir o quarto e a expertise Xbox no Brasil com o Doc este ano tornou toda a experiência, no mínimo, 3x mais bacana. Acima de tudo porque, não podemos dividir nossas informações confidenciais com outros MVPs fora de Xbox, então é fantástico ter alguém para compartilhar e trocar impressões, ainda mais quando é alguém extremamente inteligente e perspicaz como o Doc. Fora os custos divididos de taxi, a ida e a volta juntos no avião, e o passeio-relâmpago em Nova York para comprar um presente para minha esposa. Mano, você realmente é o cara, um excelente companheiro de viagem, e as conversas de horas no café da manhã sobre o que vimos e ouvimos já são, por si só, históricas. Valeu!!!
Alaskan
Amigos, tenho uma nova cerveja preferida: Alaskan.
Espero nos próximos dias aprofundar (dentro do possível) em alguns destes assuntos, e também teremos o videocast especial juntando as comunidades do PXB e do SharpGames saindo do forno em breve, então aguardem mais informações. E que venha o próximo Summit, se Deus quiser!!!
Por conta da boa repercussão da campanha Projeto Cobertor na comunidade gamer, tive a honra de ser convidado pelo nosso grande amigo Thiago Simões para conceder uma entrevista em áudio para o site Garagem dos Games da rede Jovem Pan.
A entrevista girou em torno de como funciona o programa MVP de forma geral e para a competência Xbox, o evento MVP Summit que acontecerá no mês que vem em Seattle, a iniciativa do Projeto Cobertor, e até mesmo sobre os preparativos para o terceiro fórum nacional do Portalxbox. Quem quiser conferir, pode ouvir a entrevista ouvida diretamente no Garagem dos Games.
Fiz este mesmo post no PortalXbox, mas vale a pena reforçar que a campanha é interessante!
Todos os anos acontece na cidade de Seattle o MVP Global Summit, onde MVPs do mundo todo se reúnem para trocar idéias com o time de produto da sua competência, levar e receber feedback das questões das comunidades, tomar cerveja, e no nosso caso jogar muito videogame. 
Para o evento deste ano está havendo uma iniciativa muito legal da MVP kilaM0Mjaro, representando as comunidades GivingChiX eGamers Outreach Foundation, chamada “The Blanket Project” (Projeto Cobertor).
A idéia é reunir os MVPs de Xbox que estarão na cidade de Seattle para o evento, e fazermos um almoço onde todos juntos irão ajudar na confecção de cobertores que serão doados para a Solid Ground Family Shelter, um abrigo para mães e crianças que fica na cidade. Lembrando que este ano aquela região está um frio do caramba…. 
Como somos todos representantes de comunidades, foi decidido então abrir também a possibilidade para que todos possam contribuir, senão bordando os cobertores (fica meio longe pra ir até lá, hehehe), com doações espontâneas para a aquisição dos materiais necessários. Para isto, foi aberta uma conta de doação no PayPal especialmente para este fim, que está sendo administrada pela (extremamente séria, ponho a mão no fogo) Gamers Outreach Foundation. A estimativa realizada é que cada cobertor custe 10 dólares para ser confeccionado, mas reforço que se trata de uma doação espontânea – cada um pode doar quanto quiser. E sintam-se livres para divulgar a campanha, também!
Para doar basta clicar no pôster da campanha aí em cima que você será redirecionado para o PayPal. Já de antemão fico muito orgulhoso pela participação de vocês, e ainda mais de ter a oportunidade de participar de uma campanha tão bacana da galera de Xbox.